Coisas maravilhosas como preconceito, assassinatos, acidentes, catástrofes, guerras, conspirações e civilizações avançadas exterminadas por JANX.

Jogos

Long time, kein престол

Muito tempo desde a última postagem. Razão? A mesma de sempre.

Como ninguém sabe comecei a gravar alguns gameplays divertidos e tudo mais, tava querendo fazer uns livestreams de jogos e tal mas meu pc nem deve suportar isso e é um porre fazê-lo em algum site legal, also zero público. Não dou uma foda, faço o que quero.

Já até esqueci por que vim postar aqui, então não interessa mesmo, só deixarei gameplays aqui. Todos os que upei até agora, actually. Fun fact: gravei eu jogando todo o Call of Duty Black Ops em fevereiro do ano passado, desde lá queria fazer um video review daquilo e nunca fiz, triste né?

Gameplays de Ace Combat Assault Horizon – PS3
E pqp, a trilha sonora desse jogo é demais.



Gameplays de Red Orchestra 2: Heroes of Stalingrad – PC
a trilha sonora desse é igualmente máscula, épica e vitoriosa.




E muito mais…

Tem outras de Call of Duty Modern Warfare 2 no ps3 também, mas fiquei sem saco de pôr todas aqui, só gosto de uma mesmo, se quierem ver é só acessar meu canal.

Só ficou faltando skyrim, soon, my children, soon.


Red Dead Redemption Review

Red Dead Redemption Review

Muito mais tempo do que o esperado para atualizações e coisas do gênero, infelizmente. Último post foi em junho ainda sobre a copa do mundo, e eu não fiz nenhum sequer sobre as pesquisas roubadas do ibope e vox populi ou sobre a luta entre o vampiro e a morça.

No matter, Brasil perdeu pra Rússia no vôlei e São paulo continua engarrafada. O que mudou no mundo? Nada.

Excelente! Vamos ao que interessa: Red Dead Redemption.

História (10)

Red Dead Redemption, para quem ainda não notou, é um jogo de faroeste, diferente do Red Dead Revolver (seu predecessor), Redemption se passa bem depois da guerra civil, e consequentemente, no fim do “Velho Oeste”.

O jogo se passa em, 1911, um período aparentemente estranho mas perfeito, pois une armas mais modernas com as clássicas do velho oeste, juntando revólveres com uma pistola semi-automática, carabinas de repetição com metralhadoras da primeira guerra.

Você começa o jogo entrando em um trem e ouvindo as conversas das outras pessoas como velhas dizendo “Sim, pegamos as terras deles, mas trouxemos civilização e Deus aos índios, do que eles reclamam?”. Você desce do trem em Armadillo, uma cidade típica do oeste: uma rua principal e várias casas de madeira ao longo da cidade, um Saloon e um xerife lutando pela lei. Bêbados, gangues, donos de loja sendo roubandos (it’s herrrrbeeerrt mooooooon! I’m herbert moon, i’ve just been robbed, you gotta stop ‘em!) desafiantes para duelos e todas as maravilhas do velho oeste e dos filmes.

Você joga como John Marston, ao longo do jogo você entende a sua história, ele virou órfão quando criança e se juntou a Dutch e outros homens em um bando de ladrões um pouco romântico, roubando de quem tem dinheiro e dando a quem não tinha. Mas ao longo todos questionam suas morais e seus ideais românticos, porque ainda era um ladrão e assassino.

A história toda do jogo é maravilhosa, você encontra pistoleiros, repórteres, mulheres, todo o tipo de gente possível, mas com um certo tweak, quase todos eles são loucos. Todos sempre tem um parafuso a menos, uma loucura a mais, maníacos em geral. Isso é algo bom, mas triste às vezes. Você encontra desde o xerife que luta pela ordem na cidade ou o pistoleiro lendário aposentado tentando ajudar os cidadãos à um maníaco louco e doente roubando túmulos tentando encontrar um tesouro ou o doutor que se formou em Yale e descobriu as maravilhas da cocaína; você ajuda ditadores e revolucionários. Tudo para poder voltar para sua família.

Som (10)

A trilha sonora do jogo é absurdamente maravilhosa. São músicas sérias, não são como as músicas dos Spaghetti Western (músicas de Ennio Morriconne), são músicas maravilhosas que realmente entram no clima, cada região do jogo tem uma trilha específica.

O som das armas e dos tiroteios é incrível, cavalos, tudo incrível.

As vozes são excelentes, os mexicanos são hilários falando bobagens como “PIENSAS QUE SOY TONTO” ou “NO ES MENTIRA, ES VERDAD!” enquanto joga liar’s dice.

Gráficos (10)

Os efeitos visuais, texturas, iluminação, tudo é muito bem feito, os efeitos são excelentes, não há o que reclamar, não encontrei nenhum bug gráfico, nada. Minha única observação é que a chuva e a neve do jogo são as mais bonitas que já vi em jogos. A neve cai como em filmes da sessão da tarde de natal, linda. A chuva é linda e real, ela dura por tempo suficiente, ela cai de um modo bonito, ela dá a sensação de frio, e conforme o tempo passa, água vai acumulando em várias poças de água no chão, parece algo real, não é simplesmente uma poça redonda a cada 20 metros, não, todo o chão fica coberto de água e dá para perceber o desnível do chão, é algo incrível.

Jogabilidade (9.5)

Eu tenho pouquíssimas reclamações. Mas vamos ao que interessa, o bom da coisa.

O jogo tem a engine do GTA 4, que é absolutamente ótima, mas com a diferença de que você pode acertar um tiro e matar uma pessoa, no GTA4 você pode acertar literalmente 60 tiros em um policial da swat e ele não morrer. Em Redemption a coisa é BEM diferente, você raramente vai encontrar alguém que precise levar mais que dois tiros pra morrer, QUANDO encontrar alguém que precise de mais de um tiro, é algo espetacular, acertar um tiro no joelho de alguém e vê-lo cair no chão e se arrastar, ou acertar um tiro em cada joelho, ver o cara se levantar nos joelhos, apontar a arma e atirar, é um dos melhores modos de execução, atirar em cada joelho e quando ele ficar de joelhos, correr na cara dele e atirar. Acertar um tiro na barriga e ver aquela mancha vermelha enorme, ele cair no chão e ficar agonizando até morrer. Por mais sádico que isso pareça, em um jogo isso é fenomenal, principalmente para quem era acostumado a jogar o bom e velho Half-Life ou qualquer outro jogo parecido, onde levar um tiro só tem uma reação: o indicador vermelho na tela e o número da vida diminuir.

O sistema de vida do Red Dead Redemption é no estilo imortal, call of duty e tudo mais, onde você leva tiros mas se se esconder por um tempo a vida volta ao normal, é algo ótimo para o jogo, ainda mais por ser um mundo enorme e aberto, encontrar medkits não seria algo tão fácil.

Cavalgar é uma maravilha, tem a sensação de velocidade e peso que o cavalo dá, como quando quer andar lentamente ou correr à toda até a cidade mais próxima. E você pode pular no cavalo de cima de um prédio, não tem nenhuma animação específica, é quase um bug, pular de cima de uma sacada e quando chegar em cima do cavalo aparecer virado 180° já montado, mas é algo divertido, ao menos não tropeça no cavalo.

Red Dead Redemption inclui um bônus que não significa morte para um inimigo(ou não), o LAÇO. O laço é uma maravilha, você pode sair por aí amarrando pessoas, deixando-as presas no meio do deserto, ou as arrastando no chão com o cavalo, prender um bandido dá o dobro da recompensa de simplesmente matá-lo, o que é algo muito em conta. Você pode amarrar alguém e carregá-lo à pé ou à cavalo, extremamente útil para se vingar daquele lazarento que ganhou suas fichas no pôquer.

No começo do jogo, arranjar dinheiro é difícil, você pode sair por aí matando gente e roubando seus corpos, assaltar lojas, pode caçar recompensas ou andar pela estrada. Esse jogo tem um sistema de eventos aleatórios maravilhoso, onde você vai andando pelo mundo e alguma coisa acontece, como encontrar um caçador lhe desafiando para uma aposta, encontrar alguém fugindo de coiotes, lobos ou pumas ou até uma simples donzela pedindo carona, são programados de modo que é bem raro repetir algum evento no mesmo lugar, as únicas coisas que repetem demasiadamente são caçadores e herbalistas pedindo ajuda, fora isso, o acervo de eventos é bem grande e variado e quase sempre são divertidos.

Fora tudo isso, você pode completar os Challenges, que são 4 desafios divididos em 10 níveis cada, o desafio de Caçador, Sobrevivente, Atirador e Caçador de Tesouro; nos desafios de caçador você deve matar e carnear uma certa quantidade de animais específicos; nos de sobrevivente você deve coletar plantas diversas, os de atirador podem ser fáceis ou difícies dependendo da sua habilidade, eles testam sua habilidade de mirar e atirar(mesmo tendo uma boa ajuda do quase “autoaim” do jogo) como tendo que atirar no chapéu de alguém sem matá-lo ou desarmar duas pessoas; e os de caçador de tesouro requerem que você veja um mapa e tente localizar o tesouro, no começo ainda dá o nome do lugar, mas depois são só imagens. Todos estes desafios são extremamente divertidos, não é como ter que coletar 200 de alguma coisa expalhados pelo mapa, é algo muito mais inteligente e útil, ao terminar o nível 10 de todos você recebe a roupa Legend of the West, que é um sobre-tudo preto, é maravilhoso. E não se esqueça, você NUNCA vai encontrar o que quer quando quer. Se você precisa matar 5 lobos, só vai encontrar coiotes e pumas, se quer matar gambás só vai encontrar veados, é irritante, mas é algo marcante.

Ainda há varias outras coisas como ajudar as pessoas loucas que você encontra, jogar pôquer, Liar’s Dice(que é meu favorito), beber, andar por aí, caçar para vender e conseguir dinheiro, comprar casas(como no GTA San Andreas, algumas específicas) e até domar cavalos por dinheiro ou domar cavalos selvagens.

O mapa é dividido em três regiões distintas: New Austin – O Velho Oeste Clássico, Nuevo Paraiso – O México e West Elizabeth – uma região das grandes planícies americanas, onde tem búfalos e ursos para caçar. Você pode andar de trem, pular nele, pular dele, com ou sem o cavalo. O mapa é grande o suficiente, não é enorme que você vai andar por 2 horas sem encontrar nada além de lobos, mas não é pequeno que em meio minuto já passou por 4 cidades. É um mapa muito bem equilibrado, em minha opinião.

O jogo tem polícia, mas é um sistema misturado com o do GTA4 onde a polícia lhe segue até uma área e depois desiste, porém é adicionada uma recompensa à sua cabeça, e quanto maior a recompensa, mais caçadores virão atrás de você, se tiver o dinheiro, você pode ir até uma estação ferroviária pagar ou apresentar uma carta de perdão zerando sua recompensa.

Honestamente eu deveria ter dado um 10 ao gameplay mas há um ou outro bug às vezes, os eventos aleatórios são muitos, mas não o suficiente ainda, ao chegar no fim do jogo você vai notar que muita coisa ainda repete. Raramente um bug aleatório por alguma razão bizarra ou o aimbot dos bots que de repente todos atiram e lhe acertam sem dar a mínima chance de fuga. Nenhum quebra o jogo, mas irritam às vezes.

Multiplayer (8.5)

O Multiplayer desse jogo me apaixonou, ele tem toda a jogabilidade do jogo normal mas com gente de verdade, causando tiroteios épicos. Infelizmente existe um bug bizarro pro PS3 que eu não tenho certeza se arrumaram ou não. Por ser um sistema de automatching ou matchmaker, o jogo procura por um jogo com o menor ping, e como no Brasil é foda, quase nunca consegue se juntar a algum jogo, eu não sei se arrumaram ou não, eu não tento jogar há muito tempo, mas se conseguir juntar vários amigos e criar um private match, o jogo é absolutamente perfeito. Mil perdões por não poder falar mais sobre o multiplayer, mas eu não sou uma pessoa afortunada.

Resumo:
Nota total – 9.8
Em suma, é um jogo que se você gosta de faroeste, você DEVE comprar. É um jogo maravilhoso, com excelentes gráficos e jogabilidade, uma história incrível e com muita coisa para fazer, você pode esperar perder umas boas 40 horas jogando, ou mais.

E tenho que admitir, este foi o primeiro e único jogo que consegui 100%, só porque não tem que sair pelo mapa procurando bandeiras/pombos/penas pra poder conseguir, é algo inteligente, não apelativo.

Eu não consigo lembrar mais nada para falar, poderia escrever o triplo disso falando sobre o jogo, mas incluiria muitos spoilers e isso não é agradável. Também sei que esse review é extremamente atrasado, mas é bom poder ajudar alguém.

Assim que tiver mais tempo posto imagens/vídeos/wallpapers.


Alguns vídeos que eu fiz

Como eu não posto desde dezembro, e para mostrar que não abandonei o blog, só não tive saco pra ficar escrevendo aqui, eu vou ter que fazer outro post sem muito conteúdo.

A propósito, eu cansei de falar sobre lockerz, não irão mais ter posts sobre essa merda, é uma coisa tão viral, os abutres enchem muito o saco, TALVEZ eu pense em responder algumas perguntas, talvez. Bando de vagabundo que não sabe se informar direito.

Então aqui vão alguns trabalhos maneiros:

E o bônus: Se você rir é um psicopata honesto, se não rir é um hipócrita sem vida e mentiroso.


inFAMOUS Review

Bem, como basicamente quem já leu este blog antes sabe que ele foi feito para tudo um pouco, mas principalmente para reviews de jogos e tudo mais (algo que eu fui o único que não o fez), portanto, assim, farei finalmente algo que presta.
Como este é basicamente o primeiro de muitos, e é o que eu mais joguei ultimamente, será oficialmente meu primeiro review.

tl;dr: o jogo é muito bom com pequenas coisas que atrapalham em certos momentos, mas que não tiram a graça do jogo. Com uma história excelente e concreta, ação excelente. Nota geral 9.1/10.0;

Dados técnicos:

Console: PS3

Jogadores: 1

Online: Não

Gênero: Ação/Aventura – Sandbox

Resolução máxima suportada: 720p


História Básica

Você controla um entregador chamado Cole, ele é nada mais que um cara que não teve muito sucesso na vida e arranjou um trabalho podre. Ele namora uma médica chamada Trish e seu melhor amigo é Zeke (Jedediah mais alguma coisa, nomes daqueles típicos colonos ingleses do século XVII, um nome cachorro) um gordo hilário, com voz de caipira que tenta arranjar garotas boa parte do tempo, isso tudo em uma cidade fictícia chamada Empire City, o que ela provavelmente tinha de marcos geográficos que TALVEZ lembrassem alguma cidade real foi parcialmente ou totalmente destruído por uma explosão.

O básico é: Cole foi enviado para entregar um pacote, mas no local da entrega alguém lhe ligou e mandou abrir o pacote, tudo que ele lembra é de acordar numa cratera enquanto o resto do distrito desmoronava. O ruim é que você inicia o jogo no exato momento da explosão, nada conta o “antes” disso, apesar que no site tem um comic relacionado a isso, algo que é interessante ler, mas é muito mais compreensível depois de passar da metade do jogo.

Certo, ao acordar no meio da cratera Cole só tenta fugir do local, e logo é eletrocutado algumas vezes de modo que não sobreviveria, mas ele sobrevive. Resgatado e cuidado por Trish e Zeke ele descobre que começou a ter algum tipo de “superpoder” ou algo do gênero, tudo envolvendo eletricidade. 14 dias depois começa o jogo. A cidade foi trancada devido à “um perigo biológico do ataque terrorista ocorrido”, ou seja, ninguém entra, ninguém sai.  Se ninguém entra pra ajudar, quem vai pwnar a cidade? As gangues, lógico. Roubos, estupros, assassinatos, a sociedade cometendo suicídio.

A trama toda do jogo é muito interessante, e bem original, apesar de 99,9% das histórias de super-herói envolverem outros planetas ou acidentes radioativos que não causam câncer, este jogo usa uma causa bem mais original: devido à um dispositivo desenvolvido para tal fim (se bem que isso me lembra o Wolverine de alguma forma…).Toda a história é contada de modo bem interessante, lentamente, sem ter nada abusivo demais em uma parte do meio que entrega todo o final e tudo que se passa até lá é romance com música emo e “drama” do herói ter que lutar contra o vilão no fim do filme, ou seja, a trama é bem desenvolvida ao passo do jogo, nada muito abrupto, e praticamente nenhuma parte do jogo que deixa o jogador ansioso por MAISMAISMAISCADEQUALÉFALAISSOEMEJOGADENOVONOJOGO!?

Uma das coisas mais supimpa é o modo das animações, as animações in-game de conversas e tudo mais são em um estilo de movimento rápido que pára, lembrando movimentos de HQ e gibis sérios (nada de magali ou mônica), os “filmes” são passados bem como HQ, só que com efeitos 3d muito legais, dando uma impressão muito legal, sem aquela porra paradona do Max Payne(não me critiquem, Max Payne tem uma história awesome, o jogo que não é tão legal).

A coisa mais supimpa mesmo é a oportunidade de escolher ser o herói que ajuda a cidade a se tornar algo mais civilizado novamente, ganhando o amor e ajuda dos cidadãos, ou se tornar o anti-herói que domina a cidade, matando quem entrar no caminho, realmente pwnando o pessoal, enfiando-lhes medo e respeito até sair pela boca. Isso é algo muito atrativo, algo que faz o jogador se importar com as pessoas e com o mundo do jogo, não é só um jogo que tu sai matando todo mundo e tem uma história ali pra sustentar a razão do jogo existir. Fora que não é emo, não é algo tipo “mimimi matar pessoas, mimimi”, é coisa de macho, é pancadaria, porrada, é coisa sinistra, é personificação do capiroto. Conforme o seu status (bem/mal) a roupa vai mudando, infelizmente não tem a roupa da capa, que é aquela roupinha parecida com a do Hancock, é uma roupa parecida mas com branco no lugar do amarelo e azul no lugar do preto; conforme o status a roupa vai mudando, não só a roupa mas a pele do Cole também muda em alguns aspectos, no começo do jogo Cole é um cara com a roupa normal toda suja, conforme ele vai ficando mais heróico a roupa vai ficando mais limpa e clara, o rosto volta ao normal(a cabeça como um todo, já que a explosão causou alguns cortes terríveis nele), entretanto, quanto mais malvado for, a roupa vai ficando mais escura e suja, mais “corrupta”, as cicatrizes no cole aumentam e ficam “corrompidas”, eu não sei como descrever aquilo, o azul se torna preto, o branco vai ficando todo sujo e a pele do cole, onde não tem as ‘marcas da corrupção’, fica notavelmente mais pálida, mas nada comparável ao falecido comedor de criancinhas Máicom Diéquissom.

Uma trama original, apesar do “clichê” por ser uma história de super-herói e com o plus de opções morais. Nota 10/10


Gameplay

Bom, é em um estilo sandbox, com o clima muito parecido com o filme Sin City, só que mais moderno e colorido em várias partes, ao contrário do filme.  O jogo, em geral, lhe dá uma liberdade bem grande e gratificante, de certa forma.

O mapa geral é bem ao velho estilo Grand Theft Auto, você vai destravando áreas, neste jogo, porém, as travas são bem mais realistas e lógicas que no GTA, a cidade está trancada devido “ao risco de contaminação biológica”, ou seja, ninguém entra, ninguém sai, então você luta contra a bandidage que se tornô os mandante, tá ligado, mano? O mapa é dividido em três distritos, um em cada ilha, ligado por pontes que estão ou elevadas ou destruidas: Neon District, The Warren e Historic District, Neon Distric é o centro residencial, Warren é o centro industrial e Historic o comercial, a explosão aconteceu no Historic Distric.

Logo no princípio tudo que você mais vai usar são os choques elétricos básicos, não são fortes mas não gastam nada, ou seja, é apelação pra cima dos inimigos para não morrer.

O jogo lhe força a ir aos esgotos para restaurar a energia elétrica da cidade, como se o isolamento não bastasse, os maníacos são retardados o suficiente para explodir subestações e acabar com o que sobra da cidade; como em qualquer jogo o esgoto é uma dungeon ou muito avançada ou muito primitiva, onde ou tu mata tartarugas mutantes ninja ou ratos e goblins, em todos os casos são umas dungeons escrotas, feias e nojentas, algo que só rpgnerds e dungeonfags gostam, entretanto os esgotos do inFAMOUS são bem atrativos, não chegam a ser nojentos como a maioria, são escuros, mas Cole usa a eletricidade para iluminar, e algo que esse jogo realmente merece palmas são os efeitos de luz, lindos, realmente bons, não são top bloomx34+hdrx23 como a maioria dos jogos tenta tanto fazer para compensar as animações porcas e história genérica pra colocar mais um shooter igual ao GoldenEye no mercado. Ao ir nos esgotos e restaurar a energia de partes dos distritos da cidade Cole acaba ganhando novos poderes. O que compensa ainda mais.  Os esgotos, basicamente, são cenários curtos e, de certa forma, bem elaborados para abusar dos novos poderes, são um mapinha de mário, onde tem que ir pulando pra não cair na água e morrer por uma descarga massiva de eletricidade (lembre-se, ainda é um esgoto, H2O pura é o que MENOS TEM LÁ). Mas são bem divertidos, ao contrário de 99,9% dos outros.

Os movimentos, logo de princípio, são um pouco difíceis de se acostmar, Cole não caminha, ou ele corre com passos pequenos ou ele corre como o The Flash, infelizmente todos são assim (apesar que pedestres e inimigos que não lhe viram caminham) e isso realmente tira a possibilidade de algum tipo de sprint ou dash (odeio ter que ficar apertando X para correr mais rápido, mas é deprimente ficar correndo atrás dos bandidos para dar socos enquanto eles correm para trás na mesma velocidade enquanto atiram com os bons e velhos Ak-47 na sua cara, e você lá, com aquele alvo na testa dizendo “ATIRE AQUI, EU SOU OTÁRIO TENTANDO TE DAR UM SOCO”, no bom e velho estilo DoD-melee), o combate no soco não é lá uma coisa de Dragon Ball, mas os golpes que o Cole defere são realmente legais, não muito variados, já que mano-a-mano é uma coisa que esse jogo mal tem, em compensação os poderes são lindos e realmente dão a sensação de poder sobre os outros, e maior parte dos poderes diferem de ser do bem ou do mal, por exemplo o nível 2 do choque elétrico básico do bem recupera uma pequena parte da sua energia gasta com poderes mais fortes, enquanto o nível 2 do mal tem uma chance aleatória(mas bem freqüente) de quando acertar o inimigo o choque explodir no impacto e acertar inimigos na volta ( ambos são EXTREMAMENTE ÚTEIS, ainda não posso confirmar se pode ter ambos ao mesmo tempo). A variedade de poderes é moderada, apesar de vários terem mais de um nível, não são muitos os poderes, eles podiam ter assistido mais Super-Choque no SBT para ter mais criatividade, ou colocar mais poderes apelões (o meu poder favorito é o do trovão, o Cole invoca um super trovão que detona tudo em 2-3 metros quadrados da área de impacto do trovão, é basicamente morte pra qualquer coisa destrutível/matável que esteja no trovão, e o cole segue invocando mais e mais trovões de forma linear que se controla a direção pelo siaxis, é algo bem bom, mas como em geral jogo deitado fica ruim, eu tenho péssima noção de equilíbrio), mas ter poucos poderes é algo bem lógico, já que o jogo vai do dia 14 ao dia 21, ou seja, em menos de um mês sair de um babaca bicicleta-boy para um super vilão que destrói tudo no caminho em 21 dias não é pouca coisa.

Uma coisa extremamente gratificante nesse jogo são os colecionáveis (aquelas coisas que em todos os jogos você não tem nenhuma razão para sair caçando a não ser fazer valer o dinheiro que gastou comprando/jogando o jogo ou se você é um achievementfag, que quer 100% de absurdamente todos os jogos que existem), os colecionáveis deste jogo são extremamente úteis, são basicamente 3: dead-drops(mensagens deixadas por um cara que você procura em algumas antenas, que explicam vários detalhes da história, são extremamente legais de ouvir), stunts(golpes/combos, como matar 5 com um só golpe, ou explodir um dos caras suicidas, matando os próprios amigos, chutando um cara para cima e depois disparar um raio nele só pela diversão, esse tipo de coisa) e os blue shards (estilhaços sobre-carregados da explosão, ao coletar números específicos deles você aumenta a capacidade de armazenamento de energia, ou seja, aumenta quantos poderes você pode usar antes de secar o suquinho delicioso da bateria).

As side missions desse jogo também são muito interessantes e pouco repetitivas, como em outros jogos (3 side missions, que foram multiplicadas por jezuis e tão em todo o mapa do jogo, onde você fica fazendo a mesma merda a tarde inteira pra porra nenhuma ou juntar dinheiro suficiente para comprar um colete). Infamous realmente me agradou nas side-missions, não só elas são úteis para dominar áreas da cidade (assim elas ficam livres de crime, você passa lá e não há mais hordas de bandidos atirando em você de cima de cada prédio possível em um raio de 4 quadras), raramente encontrando outro criminoso nessas áreas (o que fica bem chato no final do jogo, você quer ganhar mais xp para comprar os upgrades dos poderes mas não tem inimigos, mas é só no final do jogo, ou seja, no velho sandbox, que depois de todas as missões não tem mais porra nenhuma para fazer). Maior parte das side missions são bem variadas, elas vão de escoltar prisioneiros de uma área e não deixá-los fugir até ir correndo e pulando  sobre os edifícios para ativar os uplinks de satélite, e em geral estas side missions são bem planejadas para usar de seus poderes, ou seja, você tem que aproveitar ao máximo os fios de alta tensão para deslizar mais rápido, ganhar impulso e planar até o ponto que você quer, já que o tempo não permite menos que isso.

O combate é muito bom, ele é simples, com o botão para mirar, e os outros para cada tipo de poder, você pode se cobrir em coisas que cubram todo ou parte do corpo, como latas de lixo, não é algo muito complexo e bem elaborado como Rainbow Six, mas é simples e eficiente,funcionando muito bem para o seu propósito. Para recuperar vida mais rápido você pode sugar eletricidade, já que a eletricidade de alguma forma cura o corpo do Cole.

Escalar prédios é algo muito divertio, um pouco surreal, já que Cole parece pesar apenas 30 kilos com os saltos e manobras que dá, mas são impressionantes, a maior parte das animações passa em poucas frames, sendo difícil de aproveitá-las como algo realmente lindo/acrobático/cinematográfico, como em Assassin’s Creed, que o Altaïr faz movimentos suaves que duram tempo suficiente para serem bem percebidos e agraciados, mas animações e saltos de Parkour de Cole são agradáveis, e eficientes, já que ele consegue escalar um edifício de 15 andares em menos de 30 segundos.

Raramente ocorre um bug que a câmera começa a girar sozinha para os lados, tem um pouco de clipping em algumas superfícies e às vezes acabam lhe trancando em alguns lugares, é um pouco raro, mas acabam acontecendo. Descer às vezes fica um pouco incomodativo, já que o Cole acaba indo para quase qualquer superfície agarrável, ocasionando um pequeno nível de irritação ao ter que ir em um ponto específico de um edifício ou simplesmente planar sobre uma rua cheia de postes.

A jogabilidade é muito boa, com poucos detalhes não muito trágicos, mas que não o deixam perfeito todo o tempo. Nota 9.5/10.0

Som

Os efeitos sonoros são muito bons, em geral, as vozes são todas muito bem feitas, com alguns poucos bugs de sincronia que eu raríssimamente percebi. Efeitos sonoros de golpes são muito bons, as vozes são boas, as vozes do cast principal são muito bem feitas, maior parte das vozes dos pedestres é bem feita, apesar que em muitas ocasiões a qualidade parece bem diferente, o que diminui substancialmente a qualidade.

A trilha sonora do jogo é relativamente boa, tem músicas boas, todas levadas para um clima de tensão alto, as músicas de cenas sem combate são tensas, algo que lembra tristeza e medo, as de combate lembram algo a ver com ação, adrenalina e muita tensão.  Infelizmente as músicas só tocam em combate ou em missões, sendo o jogo livre silencioso, com apenas esporádicos efeitos sonoros que causam uma certa tensão, mas nada que seja realmente uma música. Tudo isso realmente leva para um clima bem “dark” do jogo, não que eu não me importe com o mood dos jogos, mas um clima muito tenso-terror nunca foi meu forte, na minha opinião as músicas são a coisa “piorzinha” do jogo,  e elas não são ruins, só não são do meu gosto.

Algo que realmente senti falta foi Custom Soundtrack neste jogo, ver um clipe em slow motion com a música Malabar Front(vídeo da seção Gameplay) e não poder fazer o mesmo no jogo foi algo que me deixou triste. Nota 8.2/10.0

Gráficos

Os gráficos em si – modelos, meshes e texturas – não são top, são o que vários consideram a pior coisa do jogo. Os gráficos SÃO BONS, entretanto eles não são top, eles são substancialmente simplórios, as texturas em boa parte são bem simples, não carregam muito aquele volume orgânico das coisas, algumas coisas parecem planas, como alguns carros, mas as texturas são muito boas na maioria.

Vários reclamaram que o jogo tem muito popping, quando você vai indo muito rápido pela cidade e as coisas começam a surgir do nada, aquela árvore que apareceu depois que você bateu nela e voou 24 metros pelo para-brisa do carro. Pessoalmente eu não experienciei nenhum popping, eu realmente não tive nenhuma coisa surgindo do nada. Mas como eu sou uma das exceções (e é uma das únicas coisas que tive sorte na vida) isso não deixa de ser um problema para outras pessoas, mas não é nada muito grave, é só algumas vezes, nada que vá fazer você jogar o controle no chão, urrar e jogar o PS3 na parede enquanto defenestra a TV.

Onde os gráficos realmente mostram a beleza é nos efeitos gráficos, os efeitos de luz. Isso é algo que merece um 10, os efeitos de luz são maravilhosos, são o que tornam os esgotos um lugar não desagradável e são o que tornam o dia lindíssimo neste jogo, já que o sol bate em tudo, enquanto à noite a luminosidade forte de postes e faróis não afeta maior parte do cenário, não mostrando a beleza que tem de dia. Os efeitos de luz são algo que eu realmente me apaixonei neste jogo, os efeitos de luz e a suavidade dos poderes elétricos do Cole, realmente são bonitos, são suficientemente bons para se assistir. Algo que torna a cidade linda de se enxergar é o efeito de distância, os edifícios  e ruas distantes recebem um efeito que borra e tira o foco, fazendo parecer aqueles cenários dos desenhos antigos, que era um cenário todo pintado atrás e os desenhos na frente, e isso é algo estonteantemente lindo neste jogo.

Gráficos bons em sua maioria, especialmente de dia. Nota 8.7/10.0

Overall – 9.1/10.0

Um jogo sandbox que realmente faz você se sentir poderoso, não TÃO poderoso como eu gostaria, mas auto-suficiente, o que torna algo divertido o suficiente. Ele tem um enredo excelente, uma jogabilidade ótima, vozes principais são muito boas, as vozes dos civis e dos inimigos comuns não são algo que se diga “Ó MEU DEUS QUE COISA MAIS PERFEITA”, nem algo que se diga “MEU JEBUZ CRUZES É O VIRA-CAIXÃO FALANDO!!11″, músicas de boa qualidade, que realmente dão imersão ao clima triste e tenso do jogo, infelizmente isso não tem uma pausa concreta para um humor, um relax, o mais perto de humor são as hilárias conversas com o Zeke e os comentários sarcásticos do Cole. Gráficos muito bons, melhores que muitos jogos por aí, são levemente piores que de GTA4(no geral, sem contar detalhes de modelos e tudo mais, e não reclamem, porque o gta4 não tem o efeito de distância lindo de ficar tudo meio embaçado como o inFamous tem, no gta qualquer coisa a mais de 10 metros é sem sombre e um modelo de média qualidade…).

Minha opinião – Se você tem um PS3, gosta de jogos no estilo sandbox, gosta de superpoderes e não é uma pessoa que ama o gore como Devil May Cry (e agora o Prototype), então é um jogo que pode lhe agradar muito, a variedade do que fazer é grande o suficiente. Escolhas morais são sempre um plus muito alto em qualquer jogo, esse jogo não é exceção. Gráficos muito bons apesar de faltar alguns detalhes que deixariam absolutamente maravilhosos e uma história incrível. Mesmo que você não entenda muito inglês, o jogo é bom o suficiente no pau-e-pau, com um bom dicionário você pode aprender e entender a história, ou seja, double win!


(PT-BR) Touhou Project

Olá! Voltei aqui rapidinho pra apresentar uma série de jogos que conheci recentemente. Estou tão viciado nela que estou alternando minha atenção na criação desse post e em um dos jogos da série, que estou jogueteando agora mesmo.

Antes de mais nada, Touhou é uma série de mais de 10 jogos (pelo menos os oficiais criados só pelo ZUN, criador da série, contam 9. O 10º sai este ano!), todos com alguma coisa de shooter. A história se passa em Gensokyo, um mundo fantasioso. E por incrível que pareça, QUASE todos os personagens são mulheres! Apenas um é homem, mas esse não conta porque faz parte só da história e não aparece nos jogos. Do Touhou 1 ao 5 foram lançados apanas para uma plataforma retardada chamada PC-88x ou alguma merda assim. A partir do 6 a série foi lançada para Windows, ê maravilha.

Touhou 6 = Embodiment of Scarlet Devil (EoSD)

Touhou 7 = Perfect Cherry Blossom (PCB)

Touhou 8 = Imperishable Night (IN)

Touhou 9 = Phantasmagoria of Flower View (PoFV)

Touhou 10 = Mountain of Faith (MoF) (AINDA NÃO LANÇADO)

O jogo tem uma legião de fãs. O que mais agrada nesse jogo é que ele é um shooter diferente. O estilo dele se chama “danmaku”, seria algo tipo “bullet hell”. MUITAS balas. Entretanto, elas são, em geral, lentas. Muitas patterns são criadas nos ataques dos chefes. Os criadores do jogo chamam elas de “Spells”, que seriam as magias que os chefes usam.

Falo em magias porque não existem naves aqui. Em Gensokyo, existem bruxas, magas, ou o caralho que for aquelas putas pagas. E isso é bem interessante: cada personagem é bem único. Sakuya é a empregada que usa facas para atacar, e ainda pode parar o tempo. Alice tem uma boneca chamada Shangai. Youmu tem sua espada. Patchouli recita magias no seu livro. Marisa tem uma vassoura, e por aí vai.

Isso faz dos personagens bem únicos, cativantes, com estilo de falar próprio in-game também. Falando em falas, é uma pena o jogo ser apenas em japonês. Felizmente, há traduções não oficiais rodando pela internet.

Como eu já disse, a série traz mais de 80 personagens divididos em mais de 10 jogos. Existem alguns jogos a mais na série que ainda não citei, como Immaterial and Missing Power (que é de luta, não um shooter, e tem modo online), ou Shoot the Bullet (tirar foto das patterns dos chefes), mas não vou dar mais detalhes sobre eles, embora sejam tão divertidos quanto os shooters D:

E isso porque nem falei do som ainda. Existem lojas no Japão que vendem até mesmo CDs com as músicas dessa série, que são ÓTIMAS. Vale a pena dar uma conferida.

Se você se interessou pelo jogo e pelas muitas balas, seguem fotos e o link de download do primeiro da série para windows, a versão trial, apenas 4 MB, chamada “Embodiment of Scarlet Devil”. Have fun.

Download

E pra encerrar de vez, uma foto do criador do jogo, ZUN.
zun.jpg
Quando o ver na rua, curve-se.


(PT-BR/ENG) Rome Total War Killage.

dvav

(PT-BR)

Dessa vez não falarei sobre o jogo, falarei sobre o que eu fiz no jogo.

(ENG) This time I won’t talk about the game, I will talk about what I’ve done in it.

(PT-BR) Imagine uma pequena legião romana fugindo desesperadamente de exércitos gregos… Após conseguirem correr por mais de uma milha de distância deles, resolvem parar e se agrupar, e Fazer a formação Testudo/Tartaruga para se protegerem de projéteis assassinos… Quando estão terminando a formação, um dos projéteis em chamas cai no centro dos mesmos. Os sobreviventes são 3 legionários e um porta-bandeira.

(ENG) Figure a small roman legion running desperately from the greek army… After they make a run through a mile, they stop and regroup to form up the Testudo/Tortoise formation to protect themselves from flying projectiles. But when they are almost done one of those flaming projectiles hit them right in the center, only 3 legionaries remain and their flag carrier…

Segue a figura/Follows the picture: (Cliquem nas imagens para ampliar/ click on the images to enlarge)Image Hosted by ImageShack.us

(PT-BR) Quando se reagrupam…

(ENG) When they regroup…

(PT-BR) Outra legião correndo desesperadamente à sua única chance de sobrevivência…

(ENG) Another legion running desperately to its only chance of survival.

(PT-BR) Depois, alguns bretões que sobraram tentaram escapar à furia das famosíssimas legiões gregas, mas não foi possível…

(ENG) After that, some britons that remained tried to escape the famous greek legions’ fury, but it was not possible…

(PT-BR) Então, as tropas gregas formam a fortaleza humana, onde nenhum homem é capaz de penetrar seus muros de lanças, espadas e sede por sangue.

(ENG) Then, the greeks form up a human fortress, where no man is able to cross its walls made of spears, swords and bloodthirsty.

Ah-hah!

(PT-BR) Bem, estas foram algumas pequenas partes de duas batalhas que fiz no Rome Total War, como foram totais massacres… Mas foi bom, apesar de pequenos bugs…

(ENG) Well, this was some small parts of two battles I did in Rome Total War, as they were total massacres… But it was good, other than some small bugs…

- Devian.


(PT-BR) Terranigma: Primeiras Impressões

rynav

Olá serumanos, neste post (exclusivo da Devils Devian) irei comentar sobre minhas primeiras impressões no novo joguete que estou jogueteando. Chama-se Terranigma, provavelmente todos os fãs de RPGs de SNES já ouviram falar deste.

O jogo conta a história de Ark, um garoto encrenqueiro de uma vila isolada, onde ninguém sai de lá. É. Ark resolve fazer uma palhaçada entrando numa porta proibida, congelando geral na cidade. Rofl, Ark é foda. Depois da cagada suprema, Ark consegue achar uma saída na vila (APARECE MAGICAMENTE, LOL), e vê que o mundo lá fora é sinistrão, meo. E ele vai ter que encarar, não só descobrir o que aconteceu com o povo da vila, não apenas reverter a cagada que realizara, mas também terá que recriar o mundo todo. E você não leu errado, coisa louca, oloco meo.

Até onde vi, Ark usa uns trapos aleatórios e lindas lanças que brilham no escuro. Algumas brilham no escuro. Ok, nenhuma brilha no escuro. Com os trapos equipados e a lança em mãos, Ark vai reviver as terras e toda a vida do planeta, dando adeus à vila em que morava e partindo, SOLITÁRIO, para um novo mundo, onde existe europa, asia, etc.

Esse jogo é muito lindo. A introdução conta com gráficos lindos, os sprites são muito bem feitos, tem um estilo único também. O personagem usa luvas, wtf. Ah, e as animações das estocadas das Spears que o herói usam são lindas de se ver. Coisa bacana.

E esse clima de ser um solitário que vai revivendo tudo por onde passa traz um clima magnífico pro joguete. Vale a pena experimentar. Provavelmente o melhor joguete de herói solitário que já joguei (e dessa vez, realmente solitário, pelo menos até onde eu joguei). Estou ainda jogueteando-o, mas vai rolar uma resenha completa depois, no meu blog Caverna Nerd, aliado deste.

Ah, e a musiquinha do mapa mundo do início do jogo ROCKS.


(PT-BR) Apresentação + Resenha: Final Fantasy Tactics Advance

rynav

Olá, pessoal. Eu sou o Ryan Matsua, ou simplesmente Ryan, e sou também o criador do blog (aliado a este) Caverna Nerd. Vou postar por aqui na Devil’s Devian também, de vez em quando, para falar de coisas nerds. Dessa vez, vou fazer um repost, ou seja, algo que já postei na Caverna Nerd, mas só dessa vez. Boa leitura!

Antes de mais nada, queridos fãs de Final Fantasy Tactics (FFT): não reclamem deste joguete. De FFT, esse jogo só tem umas músicas e um pouco do estilo. Geralmente recebe notas ridículas pelos jogueteadores, mas apenas por causa do FFT, droga, Final Fantasy Tactics Advance (FFTA) nunca foi dito que seria uma continuação, então, go to hell…

Imagine que você, um garoto novato na cidade, em seu primeiro dia de escola, seja convidado à uma guerra de bola de neve… depois de alguns acontecimentos bizarros, você e seus queridos novos amigos vão para sua casa ler um livro de fantasia bem estranho. Você se despede dos miguxos, vai dormir e…

…omg, acorda num mundo semelhante ao seu jogo favorito, Final Fantasy. É basicamente isso que acontece no início do jogo, quase uma história de livro infantil. Mas é bem isso mesmo, a história é deveras infantil para um jogo com Final Fantasy no nome. Provavelmente os caras contrataram alguma criança de nove anos pra fazer a historinha inicial, e depois só continuaram, ó loco mey.

Mas essa história também tem sua parte interessante. Marche, o garoto novato na escola, Ritz, uma garota que todas as manhãs precisa tingir o cabelo (e como ele é naturalmente branco, costuma ser chamada de vovó) e Mewt, o típico nerd que acessa a nossa caverna e fala com seu ursinho, apanha e fica calado. Todos no mesmo time, na guerra de bola de neve (que por sinal é a primeira batalha do jogo) na escola. Mas claro, o time inimigo TRAPACEIA e joga PEDRAS no Mewt. Crueldade pura!

Os amigos então resolvem ler um livro estranho na casa de Marche (no caminho encontram o pai bêbado de Mewt, mas isso é outra história), onde podese perceber mais um personagem: o irmão tetraplégico do Marche (cruel, não acha?). Depois de lerem o livro e irem dormir, todos acordam num mundo mágikow, onde a St. Ivalice, onde eles moravam, acabam virando apenas Ivalice, onde existem humanos, moogles e essas loucuras todas.

E aí que vem o mais interessante. Nesse mundo tudo muda: das roupas até as possibilidades. Quando chega no mundo novo, depois de chamar Bangaas de lagartos e ter ajuda de um Moogle seu parceiro (Ritz e Mewt também tem seus “parceiros no novo mundo”), o jogo começa de verdade, com Marche fundando um CLAN. Eu poderia revelar heavy spoilers aqui, mas não faço idéia de como fazer pra mudar a cor do texto.. damn, não quero me enfiar no meio de códigos feiosos.

[Editado: Só mais um detalhe. Vai rolar uns spoilerzinhos agora, então se você não quiser lê-los, pule logo para o trecho abaixo a imagem a seguir. Seguinte: nesse mundo, todos querem ficar lá, menos Marche. O irmão tetraplégico de Marche pode, por exemplo, andar, correr, dar mortal... a Ritz tem cabelo vermelho natural, o Mewt está com a mãe dele e o ursinho virou um personagem. Entretanto, fora do mundo imaginário de Ivalice, a mãe de Mewt já morreu.]

Fim dos Spoilers

Esse jogo é bem… diferente. São tantos elementos únicos que fico na dúvida de qual falar primeiro. Ok, primeiro de tudo, você não vai aprender habilidades subindo seu “level” escroto. O negócio aqui é bem diferente. Enquanto em FFT você aprende gastando JP, ou Job Points, em FFTA as armas te ensinam as habilidades. Cada uma precisa de um determinado número de AP, o normal após cada batalha é ganhar 40~50 AP. Já os JP, já não servem mais pra habilidades, e sim pra COMBOS, onde você e mais outros personagens podem fazer acrobacias infinitas no ar detonando o inimigo de um modo aleatório. Legalzinho.

Além disso, tem outro detalhe que MUITOS FÃS DE FFT CONCERTEZA NÃO GOSTARAM. É sobre o fato de ter Juízes no jogo, a cada dia que passa in-game, uma ou mais leis são selecionadas de uma lista. O número de leis varia do quanto você já avançou no jogo, e podem variar como NÃO PODER USAR ESPADAS, NÃO PODER USAR MAGIAS DE FOGO ou até a pior delas, NÃO PODER FERIR RAÇA TAL. Felizmente, em um certo ponto do jogo você poderá comprar Anti-Law Cards, que servem pra negar OU adicionar leis. Infelizmente adicionar essas leis na batalha é meio inútil, já que, com excessão da segundo batalha do game, o inimigo pode receber 80 cartões amarelos e.. nunca irá pra prisão. Isso aí, prisão! Se quebrar as leis, vai levar cartão amarelo/vermelho e vai ter que resolver isso lá na prisão. Crudelíssimo.

Marche, claro, não está sozinho. Você começa com um certo grupinho já pré-pronto, mas ao final de cada batalha, alguns inimigos podem querer ser seus miguxos e lutar ao teu lado. Se responder não, eles vão.. sair correndo e chorando. Sério. Existem também personagens especiais, alguns requerem que você termine o jogo, outros que faça todas as 300 missões (só umas 28 são obrigatórias!!!), ou seja, bastante horas de jogo. É isso aí.

Os gráficos do jogo são bem coloridinhos mesmo. Os personagens são meio anime, mas apenas meio. Muitos fãs de FFT não gostaram muito disso que eu sei, mas putz, eles gostam de um jogo onde os personagens nem nariz tem. E eu também.

O multiplayer é fraco. O principal ponto do porquê de que achar ele fraco é que, diferente do Tactics Ogre: The Knight of Lodis, o jogo não tem um modo “meu time vs. time do meu amigo”. É meio decepcionante, mas, sei lá..

É basicamente isso. Talvez não tão slow paced quando Tactics Ogre: The Knight of Lodis, mas ainda sim lento, como qualquer jogo de estratégia, portanto, nada recomendável aos miguxos do Counter-Strike. Jogão, vai render horas e horas de diversão e ainda tem um comercial BIZARRO americano, encerro com ele:


(PT-BR) Spongebob Squarepants Krabby Quest


Bom, chegou a hora de um gueime da hora ai né meu.

Bom, agora que é hora de postar sobre um game massa, vou falar sobre o melhor deles, a mais nova lenda dos jogos, o jogo que vai mudar a história dos jogos.

Spongebob Squarepants Krabby Quest. Pro imbecil que não entendeu: Bob Esponja Calça Quadrada na Quest do Siri Cascudo.

Spongebob Main Menu

http://img474.imageshack.us/img474/9674/spongebob20070603133411rv3.png

A história principal do jogo é que o siri cascudo apostou com o rival dele, que eu me esqueci qual é, é um camarão, eu acho…. Quase um camarão. O siri cascudo apostou com o Plankton que ele podia criar 1000(mil[.........]) Hamburgueres!(lmfao) Lógico que podia, Bob Esponja era seu funcionário e logo começou, em seguida ele fez um, e mais um, e outro, e outro… E rapidamente ele fez os mil hamburgers. Mas, Plankton explodiu tudo e acabou espalhando-os por toda a Fenda do Bikini, e, agora, Bob esponja terá que coletar todos os hamburgers, será ele capaz disto?

Bob

http://img166.imageshack.us/img166/8158/spongebob20070603132021wf7.png

Não fique pensando “Oh não! Um jogo extremamente difícil, com muitas quests, inimigos, vilões, caixas de papelão e uma torcida enlouquecida de críquete!”, pois o jogo é bem simples, os botoes de comando são as setas, elas controlam a personagem para cima e para baixo no cenário, Enter serve como botão para acionar no menu principal e para fechar as informações das placas.

“Mas perae, placas?!” o leitor deve estar pensando… Não são simples placas, são signs. (…) Elas dão dicas por todo o jogo para pessoas que dificilmente conseguem descobrir seu caminho, provavelmente a maioria, já que, apesar de simples, é um jogo muito complexo.

“Ei, mas é só o bob esponja?!” você deve estar se perguntando. Claro que não !!! O enredo principal do jogo conta com vários personagens, estes são: Patrick e Bob Esponja.

Patrick

http://img296.imageshack.us/img296/3609/spongebob20070603132749ms7.png

Patrick é a estrela do mar rosa, ele é o único capaz de empurrar as caixas de aço azuis, pois são pesadas E azuis, isto é um fato muito relevante.

puzzles

http://img75.imageshack.us/img75/6640/spongebob20070603132219hu8.png

“Mas, o jogo é simplesmente pegar hamburgers?” você se perguntou cinco vezes, eu sei. Não !! Aí que está a maior dificuldade do jogo. Ele necessita de muita lógica, abusar de seus neurônios. Também há inimigos, os Bullies e tentáculos.

Os Bullies são os valentões, ficam andando por aí querendo atropelar Patrick e Bob Esponja. Cuidado, se for atingido, voará metros acima girando.

Tentáculos surgem de uma forma não aleatória mas que dá essa sensação á primeira vista, eles surgem em alguns locais e ficam mudando a ordem em que aparecem, se for atingido por um voará metros acima girando.

Fly free! For a price.

http://img61.imageshack.us/img61/1705/spongebob20070603132221ak0.jpg

Bom, Como ainda não cheguei no fim do jogo, (e são umas…. 60 fases, ou mais, eu creio, e eu to na… 6 ou 8…) Essas são as informações atuais do jogo.

Eu também fiz um vídeo com uma música bem no estilo do jogo e com a minha opinião (em inglês) no começo.

Espero que gostem deste maravilhoso jogo.

O método como eu consegui… é… não é importante…. COMPREM.

O vídeo fica pra depois, youtube, internet e meu provedor não gostam de mim.

EDIT: Aqui está! O glorioso gameplay!!

- Devian.


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